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Arroxé Geriátrico

Por mais que eu tente proteger meus ouvidos e meus olhos, o tal do Arrocha aparece. Infelizmente, não podemos negar que essa bizarrice faz parte da cultura popular, mas achar lindo e maravilhoso... Tenha dó! E agora está na moda um tal de Arroxé, que é tão brabo quanto o original. Na quarta-feira passada (28), fui cobrir a excursão de uma turma da Melhor Idade de Itapitanga, que passou a manhã em Itacaré e a tarde em Olivença, em Tororomba. A animação dos coroas era total, até que chegou mais um para completar a festa. Daí, não resisti e gravei o showzinho do Arroxé Geriátrico!

O Pão Meu de Cada Dia

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Resolvi aderir ao novo projeto da minha amiga-irmã Anabel, do blog Quer ler? Eu Deixo! : O Pão Meu de Cada Dia. É mais uma daquelas ondas de tirar fotos de umas maluquices por um determinado período. Ela estava acabando o projeto 365 dias, quando tirou um auto-retrato adivinhem por quanto tempo? Pois é, estava com tantas dúvidas cruéis sobre qual o novo desafio que acabei ajudando a construir o novo: fotografar o que comeu por um ano. Depois de vários comentários esdrúxulos e escatológicos (como fotografar o antes e o depois da gororoba), Anabel acabou batendo o martelo e Mascarenhas, namorado de Anabel, fez o favor de batizar a iniciativa: O Pão Meu de Cada Dia. Eis a minha primeira refeição da séria. O cardápio: pão com patê de sardinha feito por mim. Não foi uma alternativa muito saudável, a aparência é meio feinha, parece que já foi mastigado, mas estava gostosinho.

Qualidade do Atendimento

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Clique na imagem para ampliar e dar umas risadas

Indeciso

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Não sei porquê, mas me lembrei de Felipe. Se você não tem os olhos do Lobo Mau, clique na imagem para ver melhor!

Livros do lixo

Começa o ano e começa a correria pelos materiais escolares. Como Deus ainda não me permitiu um herdeiro, só acompanho as batalhas dos meus amigos e amigas que precisam resolver este desafio caro. Lembro quando meus pais pegavam a lista dos livros que tinham que comprar. Sempre ouvia reclamação de que, a cada ano, pediam mais coisas. O que eu gostava mais é quando compravam os livros e cadernos novinhos. Lembro do cheiro de cada um, a textura das páginas. Ficava imaginando como iria aprender aqueles assuntos que não faziam o menor sentido para mim. Tinha pena até de escrever o meu nome para não borrar o papel. Mas isso só durava até as primeiras semanas de aula, quando eu já enchia tudo de adesivo e desenhos coloridos. Minha mãe sempre me ensinou a zelar pelo meu material. Ficava pirada quando emprestava alguma coisa e não me devolviam: - Cada um precisa cuidar do que é seu. Se seus colegas não têm, é porque são desmazelados - dizia em tom de conselho. Mas, o cuidado com meus livros and...

Entrevada

Às vezes eu me pergunto se, realmente, eu nasci em 1982. Tenho vários sinais de velhice precoce. Os meus amigos riem porque me lembro de coisas do arco da velha (tenho culpa de ter boa memória?), adoro dormir depois de comer; sou meio ranzinza; odeio lugares lotados e com música alta. Mesmo com muita gente dizendo que preciso aproveitar a vida, não me culpo mais por minhas preferências. Ah, todo mundo tem direito a gostar daquilo que o interessa. Por que eu preciso ir na onda dos outros? Quando era mais nova, tentei me adequar ao padrão. Cheguei até a sair em bloco de carnaval. Tomava tanto pisão no pé, empurrão e banho de cerveja daqueles infelizes que rodam as latinhas, que nem via quem estava tocando. Na última vez que tentei aproveitar a folia momesca, um catador de latinhas cortou minha perna com o saco que carregava. Lei de Murphy? Não sei, mas desisti de ir contra minha natureza. Além do meu comportamento meio anti-social, minha saúde também não ajuda muito. São tantas dores aq...

Para refletir...

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O Natal é injusto, pois o peru morre e a missa é do galo.