A volta do Menino Maluquinho
Há alguns dias, fui surpreendida com um presente muito legal. Quando a piscininha que compramos para Amélie chegou, Felipe, meu marido, puxou um pacote extra de dentro da caixa. Era um saco vermelho, amarrado com uma fita e acompanhado por cartão, que começava assim: Meu amor, a cada dia que passa fico mais “maluquinho” por você! Nem precisei ler o resto para saber o que havia dentro do embrulho. E isso me emocionou demais, pois o presente que Felipe estava me dando significava mais que uma demonstração de afeto. Demonstrava que ele estava com os ouvidos e coração sensíveis quando eu, cheia de saudade, falava do livro que marcou minha infância. E, 20 anos depois, eu ainda sabia de cor as primeiras frases: Era uma vez, um menino maluquinho. Ele tinha o olho maior que a barriga, tinha fogo no rabo, tinha vento nos pés... Eu fiquei tão sensibilizada com o mimo, que não tive como expressar direito todo o sentimento gostoso que foi despertado dentro de mim. Mas, Felipe me conhece muit...