A volta do Menino Maluquinho
Há alguns dias, fui surpreendida com um presente muito legal. Quando a piscininha que compramos para Amélie chegou, Felipe, meu marido, puxou um pacote extra de dentro da caixa. Era um saco vermelho, amarrado com uma fita e acompanhado por cartão, que começava assim: Meu amor, a cada dia que passa fico mais “maluquinho” por você!
Nem precisei ler o resto para saber o que havia dentro do embrulho. E isso me emocionou demais, pois o presente que Felipe estava me dando significava mais que uma demonstração de afeto. Demonstrava que ele estava com os ouvidos e coração sensíveis quando eu, cheia de saudade, falava do livro que marcou minha infância. E, 20 anos depois, eu ainda sabia de cor as primeiras frases: Era uma vez, um menino maluquinho. Ele tinha o olho maior que a barriga, tinha fogo no rabo, tinha vento nos pés...
Eu fiquei tão sensibilizada com o mimo, que não tive como expressar direito todo o sentimento gostoso que foi despertado dentro de mim. Mas, Felipe me conhece muito bem e sabe que, quando eu fico sem graça, é porque o negócio é sério. Só consegui abraçá-lo e dar um beijinho, antes de desfazer o embrulho e folhear a obra do mestre Ziraldo.
Reler “O Menino Maluquinho” possibilitou-me sentir novamente o gosto da minha infância. Lembrar que eu fui também uma menina feliz e, assim como ele, espero ter me transformado num “cara legal”. Folheei as páginas prendendo as lágrimas nos olhos, mas deixando fluir um sorriso abobalhado. Acariciando o papel, pensei:
- Agora eu vou poder ler para minha filha a história do menino mais fantástico que alguém poderia imaginar.
O engraçado é que os meus dois exemplares do “Maluquinho” foram em anos comemorativos. A primeira, uma edição de bolso, celebrava os 10 anos do personagem. Esta não resistiu a um vazamento no telhado, durante uma tempestade. Eu tentei secá-la, porém acabou dando mofo e foi para o lixo. Já a que ganhei de Felipe chega às minhas mãos quase no dia do 30º aniversário do lançamento livro, que aconteceu em 24 de outubro.
Obrigada, Felipe, por este dengo que me trouxe alegria imensa. Saber que você pensa em mim é maravilhoso, pois é a confirmação de que eu realmente habito em sua mente, no seu coração. Eu te amo.
Nem precisei ler o resto para saber o que havia dentro do embrulho. E isso me emocionou demais, pois o presente que Felipe estava me dando significava mais que uma demonstração de afeto. Demonstrava que ele estava com os ouvidos e coração sensíveis quando eu, cheia de saudade, falava do livro que marcou minha infância. E, 20 anos depois, eu ainda sabia de cor as primeiras frases: Era uma vez, um menino maluquinho. Ele tinha o olho maior que a barriga, tinha fogo no rabo, tinha vento nos pés...
Eu fiquei tão sensibilizada com o mimo, que não tive como expressar direito todo o sentimento gostoso que foi despertado dentro de mim. Mas, Felipe me conhece muito bem e sabe que, quando eu fico sem graça, é porque o negócio é sério. Só consegui abraçá-lo e dar um beijinho, antes de desfazer o embrulho e folhear a obra do mestre Ziraldo.
Reler “O Menino Maluquinho” possibilitou-me sentir novamente o gosto da minha infância. Lembrar que eu fui também uma menina feliz e, assim como ele, espero ter me transformado num “cara legal”. Folheei as páginas prendendo as lágrimas nos olhos, mas deixando fluir um sorriso abobalhado. Acariciando o papel, pensei:
- Agora eu vou poder ler para minha filha a história do menino mais fantástico que alguém poderia imaginar.
O engraçado é que os meus dois exemplares do “Maluquinho” foram em anos comemorativos. A primeira, uma edição de bolso, celebrava os 10 anos do personagem. Esta não resistiu a um vazamento no telhado, durante uma tempestade. Eu tentei secá-la, porém acabou dando mofo e foi para o lixo. Já a que ganhei de Felipe chega às minhas mãos quase no dia do 30º aniversário do lançamento livro, que aconteceu em 24 de outubro.
Obrigada, Felipe, por este dengo que me trouxe alegria imensa. Saber que você pensa em mim é maravilhoso, pois é a confirmação de que eu realmente habito em sua mente, no seu coração. Eu te amo.
Comentários