A paz
A paz em meio ao turbilhão do tempo Quando me apresentei para entrar em exercício na Prefeitura de Ilhéus, fui perguntada sobre em qual setor gostaria de ser lotada. Respondi com muita segurança: “eu quero trabalhar”. Foram dois anos de luta, audiências com o Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho e administração municipal buscando a garantia do direito dos aprovados no Concurso Público de 2016. Diante da falta de perspectivas, foi formada uma comissão e impetrada uma Ação Popular. Para isso, precisavam de nomes representando a coletividade. Eu dei o meu, assim como outros dois colegas. A minha nomeação não aconteceu por força da Ação Popular que versava sobre a Violação dos Princípios Administrativos nem pelo Mandado de Segurança que eu havia dado entrada. Foi a última boa notícia que consegui dar a meu pai antes de ele falecer três dias depois da publicação no Diário Oficial do Município. O clima de luto não permitiu a comemoração, mas estava feliz ...