Postagens

Pai para toda obra

Imagem
Ô leva eu, minha saudade... Este domingo (14), será o dia dos pais. Infelizmente, não poderei comemorar a data ao lado do meu, já que estamos separados por mais de 700 quilômetros. A vantagem é que, mesmo com grande distância física, sempre estamos próximos em coração. E as tecnologias ajudam a diminuir a saudade. Compartilhamos nossas vidas através de longas conversas por telefone, ele vê um pouco do que estou fazendo pela internet... Mas nada substitui o contato físico, que é o único remédio eficaz contra a saudade.  Meu pai e eu sempre fomos próximos, apesar de sermos bem diferentes. Quando eu era pequena, era ele quem cuidava de mim enquanto minha mãe trabalhava. Costumo dizer que tive uma criação às avessas. Meu pai era quem me dava banho, levava para a escola, para o médico, para passear, penteava meus cabelos, cortava minhas unhas e até brincava de boneca comigo. Uma das lembranças mais gostosas é quando ele me colocava para dormir, aconchegada em seu peito e canta...

De quem eram os caracóis?

Imagem
Meu pai sempre me disse que todo mundo nasce com um dom, um talento especial. Confesso que até hoje nunca descobri o meu. Penso que dom deve ser algo que você seja capaz de fazer acima da média e eu me considero mediana em tudo, para não dizer medíocre em muitas coisas.  Já tentei aprender esportes e nunca me dei bem em nenhum. Até pra correr eu tenho falta de coordenação! Para tocar instrumentos tenho certa facilidade, aprendo com bastante rapidez, mas me falta disciplina. Dançar piorou. Se não acerto respirar e correr, que dirá  movimentar braços, pernas e quadris em direções opostas. Cozinhar é uma atividade que só exerço quando estou de veneta. Faço até uns pratos gostosinhos (brigadeiro é comida, tá?), porém nada estupendo.  Mas já que toquei no assunto comida, acho que identifiquei minha habilidade. E não é comer, embora faça isso com bastante satisfação. Se eu fosse mutante, com algum poder especial, seria o de encontrar cabelos em comida. Essa, sim, é a minha ma...

O gato comeu

Imagem
Sempre me questionei se há diferença entre sentir culpa ou remorso. Apesar de parecerem sinônimos, penso que o segundo sentimento é o mais pesado, sendo provocado pelo primeiro. Mas o indubitável é que sentir qualquer um dos dois é terrível, um martírio o qual a consciência faz o papel de carrasco cruel digno de servir ao Tribunal do Santo Ofício da Inquisição.  Na dúvida entre as definições dos sentimentos, procurei o dicionário. Usei o online mesmo, pois estava sem ânimo para fuçar a estante empoeirada e buscar o velho Aurélio, montado ao longo da compra de várias edições da Folha de São Paulo. E também é mais fácil de copiar e colar, né? (Ah! Estou há mais de um ano sem dormir. A preguiça é mais que justificável!)  Culpa: s.f. Ato ou omissão repreensível ou criminosa; falta voluntária, delito, crime.  Remorso: s.m. Reprovação da consciência que sente haver cometido uma falta.  Ler esses significados ajudou a clarear minha mente e reforçou a ideia que eu já ti...

Se fizessem um filme

Imagem
Sempre que eu ouço uma música que conta alguma história, eu construo todo o roteiro em minha imaginação, visualizando a letra em cenas com pessoas reais, cenário, figurino e, claro, trilha sonora!  Recentemente, li que no site Omelete que estão filmando "Faroeste Caboclo", de Renato Russo. Finalmente as aventuras e desventuras de João do Santo Cristo, Maria Lúcia, Jeremias e companhia ganharão vida fora da mente de quem ouve a canção. Os protagonistas são os atores Fabrício Boliveira e Ísis Valverde. Espero que o roteiro de   Marcos Bernstein  ("O outro lado da rua " - filme muito legal com Fernanda Montenegro e Raul Cortez )  e  Victor Atherino supere o criado por minha cabeça. Mas o que motivou esse post foi o vídeo da campanha para o dia dos namorados da Vivo, que  também bebeu na fonte de Renato Russo, dando vida a "Eduardo e Mônica". A princípio, rumores diziam que se tratava de um longametragem, mas logo foi esclarecido pela imprensa que se trata...

Os cães ladram e...

Aqui em casa tem três cachorros que não valem por um. Dois são meus, Lola e Garu, que juntos não pesam nem quatro quilos. Ainda tem Nina, que pertence à minha mãe e é um trisco de nada que mal chega a um quilo. Todos adultos da raça pinscher e parentes. Lola é mãe de Garu e Nina é sobrinha de Lola. A família incluía ainda Lindinha e Zuca. A primeira morreu no ano passado e a segunda está fazendo companhia para uma antiga vizinha. Praticamente uma dinastia de pinschers!  Apesar do tamanho diminuto, os três são excelentes cães de guarda. Latem para tudo e todos como se pudessem destruir qualquer coisa com o barulho estridente que produzem. Porém, isso acontece apenas quando não está fazendo um friozinho e elegem como prioridade ficar aninhados entre seus paninhos quentes. Mas, no geral, latem para qualquer coisa que considerem um invasor: pássaros, calangos, o rapaz da água mineral, fogos de artifício e gatos. Os últimos são os mais irritantes, pois pirraçam legal. Ficam miando no m...

Que minha filha nunca faça isso!!

Imagem
Depois de assistir a esse vídeo, eu peço a Deus que minha filha nunca faça isso. Acho que eu teria um ataque de pelanca!  Esse vídeo eu achei no Jacaré Banguela .

Momentos Mãe

Imagem